
Coisa Huiyin (2º Dança se Move Ocupa)
“Coisa” são estudos práticos das forças coreográficas que conectam os corpos e os movem numa mesma direção. Corpos Elétricos Cosmopolíticos. Palácio da energia yin, Huiyin é o Portal da Vida e da...

Andar_Ilha: Estudos sobre o caminhar (2º Dança se Move Ocupa)
O ato de caminhar é ponto de partida para o gesto de dança. É também metáfora; comenta a errância de um corpo que quer dançar e seguir adiante. Ao interrogar-se sobre como...

Provocações Poéticas (2º Dança se Move Ocupa)
“Provocações poéticas:... não se vive, não se morre e não se dança no retângulo de uma folha de papel” propõe uma ação performática que dialoga com o espaço, trazendo para a criação...

Igbàewe (2º Dança se Move Ocupa)
Do dialeto iorubá, igbá (cabaça), e ewe (folhas). “Igbàewe” resulta de pesquisa que reconhece o entendimento do povo negro e seus antepassados, preservando suas oralidades e contextualizando a mulher negra na cena...

Filhxs da Rua (2º Dança se Move Ocupa)
Espetáculo itinerante, criado em 2018, “Filhxs da Rua” aconteceu nas ruas, vielas e escadões do Jd. Maracanã - Zona Norte. Três personagens fictícios, Agnes, Deusdete e Zé, vindos de Catulé, se encontram...

Para se ver o que é possível (2º Dança se Move Ocupa)
Pesquisa artística que acontece desde 2016, realizada em residências nas cidades de São Paulo, Florianópolis e Lisboa, este “Para se ver o que é possível”, criado especificamente para a 2a Ocupação Dança...

Dissonâncias (2º Dança se Move Ocupa)
Processo colaborativo do percussionista Joaquim ‘Zito’ Abreu e a bailarina Gícia Amorim,” baseado nos conceitos de independência entre a ação coreográfica e o discurso musical, “Dissonâncias” apresenta obras com linguagens composicionais bastante...

Lugar de Cavalos (2º Dança se Move Ocupa)
Em “Lugar de cavalos”, Afonso Costa constrói um depoimento cênico de suas andanças-vivências. Em busca de compreender o que é permitido ao corpo periférico que habita a cidade, o artista narra seus...

Eu em Ti (2º Dança se Move Ocupa)
"Eu Em Ti" tem como fonte de inspiração o poema de mesmo nome, escrito por Adalgisa Nery, companheira de Ismael Nery, um dos ícones da vanguarda brasileira. O foco é a abstração...