"Que corpos dançam? Cultura e Arte em movimento na Modernidade"

por Thaís Gonçalves e Antônio Layton / Casa Quarup, Nicole Alvarenga Marcello

curso | Todos os estilos de dança

Segundas de 23/08 a 27/09/2021 - de 20h às 22h

Inscrições via telefone: WhatsApp (31) 9 9899-8543

Vagas: 25 pessoas 

Valor: 190,00

3 Bolsas para pessoas de baixa renda 


"Que corpos dançam? Cultura e Arte em movimento na Modernidade"

Vem! Curso começando em 16/08, na Casa Quarup! 

"O sentido do movimento é o movimento do sentido", diz o filósofo José Gil. Ao final do século XIX e início do século XX, as expressões na dança e nas artes foram se modificando, embaladas pelos movimentos de vanguarda, que buscavam outros modos de estar no mundo (e por que não?) também propunham outras organizações de mundo.

Durante 6 encontros, os professores Antonio Layton e Thaís Gonçalves estarão na Casa Quarup, traçando relações entre dança e artes visuais de fins do século XIX até meados do século XX.

Seis encontros, seis reflexões, seis tipos de corpos dançantes!

Venha conosco você também! Para inscrições, mande um WhatsApp para (31) 9 9899-8543


Aulas gravadas para acesso assíncrono dos inscritos 

Emissão de certificados 

3 bolsas de estudo integrais para pessoas de baixa renda

Formas de pagamento: cartões de crédito e débito, transferência bancária, Pix ou boleto 


Ficha técnica: 

Professores: Thaís Gonçalves e Antônio Layton 

Realização: Casa Quarup - Sebo e casa de cursos livres, em atividade desde fevereiro de 2020


PROFESSORES 

Thaís Gonçalves é professora da graduação em Dança e do Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes) da Universidade Federal do Ceará (UFC). Doutora em Dança (ULisboa) e em Artes da Cena (UNICAMP), com a pesquisa "Sensorialidades antropofágicas: saberes do sul na dança contemporânea". Pesquisadora colaboradora do Instituto de Etnomusicologia Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD), de Portugal, e artista colaboradora do Grupo de pesquisa Etnografia e História das Práticas Artísticas e das Línguas das Áfricas (EHPALA), vinculado ao Departamento de História da Arte da UNIFESP. Coordenou projetos editoriais da Bienal Internacional de Dança do Ceará, como a publicação de dois volumes da Revista OlharCE (olharce.com).

Antônio Layton é professor de Artes, improvisador e pesquisador nas áreas de Filosofia e História da Arte, tem Mestrado em Artes (UFC) com foco em processos de criação em Arte Contemporânea. Interessa-se também por metodologias de pesquisa e poéticas da escrita em artes. Desde 2016, é integrante do coletivo “Insopitáveis” de escritores, que há 9 anos publica coletâneas anuais de ensaios reunindo escritores brasileiros e lusitanos acerca da Estética da Existência, Ciência Poética e Escrita Experimental.

REALIZADORA

Nicole A. Marcello é natural do interior de São Paulo. Graduou-se em Música pela UFRJ e fez Mestrado em Literatura Brasileira na UFMG. Atualmente cursa doutorado em Teoria Literária na UFMG. Amante da leitura, da escrita e das línguas desde criança, ela hoje trabalha como professora de inglês e literatura, é tradutora, revisora e escritora. De 2013 a 2020 manteve o blog literário "Vertendo Vida", sob pseudônimo de Bel Schreiber. De 2017 a 2020 contribuiu no coletivo literário "Corja", e hoje publica seus escritos pelo Instagram (@nivarenga) e pelo Medium. Sua primeira publicação impressa  lançada em abril, "Lanaluna - tão perto do céu", uma história infantil.


Quarup (ou Kuarup): cerimônia realizada pelos povos do Alto Xingu, celebração da morte e da vida. Os três troncos colocados no centro da aldeia representam os mortos reverenciados. À noite, luto e dor, canto e choro ritual, que só têm fim com o primeiro raio de sol, que vem libertar a vida e a alma presas no quarup. Segue então a dança da vida, quando os atletas das tribos trazem varas verdes, símbolos dos nascidos. Morte e Vida são então uma coisa só, e portanto tudo e nada ao mesmo tempo. Troncos atirados ao rio, o ciclo está completo: renascimento, transmutação, liberdade de alma.

Livro: compartilha da mesma raiz de LIVRE, do latim, LIBER (livro, papel, pergaminho”, mas também “nobre, generoso”), que, por sua vez, é uma derivação do indo-europeu leubh- (“descascar, retirar uma camada”) Hoje nasce uma casa, dedicada aos livros e ao saber. Em seu nome e símbolo está nosso legado.