Ngali… | Odisseia | Vai

por São Paulo Companhia de Dança

espetáculo | Dança Contemporânea

Ngali… (2016)

Segunda criação de Jomar Mesquita para a SPCD, a obra Ngali… tem como referência a peça teatral La Ronde, de Arthur Schnitzler (1862-1931) – escrita em 1897 – e retrata diferentes relações amorosas que incluem um terceiro – e traz elementos da dança de salão para retratar as diferentes formas de amar. Ngali é uma palavra de origem aborígine da Austrália Ocidental, cujo significado, sem correspondente em outro idioma, é: “nós dois, incluindo você”. Em oposição a outro pronome da mesma língua – Ngaliju – que quer dizer: “nós dois, excluindo você”.  No ano da estreia, 2016, Ngali… conquistou o primeiro lugar como Melhor Espetáculo de Dança pelo Guia da Folha de S. Paulo na categoria voto popular.

Crédito da foto: Wilian Aguiar | Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro | Música: Por toda a Minha Vida, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, executada por Cibelle; Melancolia e Uma Canção Pra Você (Jaqueta Amarela), de Assucena Assucena executadas por As Bahias e a Cozinha Mineira; Segunda Chance, composta e executada por Johnny Hooker); Volta, de Lupicínio Rodrigues executada por Adriana Calcanhoto; Desejo de Celso Sim e Pepê Mata Machado; Vai Saber, de Adriana Calcanhoto executada por Marisa Monte | Iluminação: Joyce Drummond | Figurino: Fernanda Yamamoto. 


Odisseia (2018)

Odisseia é uma viagem, um reencontro consigo mesmo. Movida pela questão dos migrantes da atualidade, a coreógrafa constrói uma estrutura dramática e poética que aborda temas como mudança, transição, partida e a esperança de uma vida melhor. “Neste momento, somos todos sensíveis a esta questão, que é forte no mundo”, comenta Joelle. Bouvier explica que procurou misturar fragmentos das Bachianas Brasileiras com a composição de Bach, Paixão Segundo São Mateus. Ao final temos na voz de Maria Bethânia, a música Melodia Sentimental e o poema Pátria Minha. A obra tem coprodução com Chaillot – Théâtre National de la Danse, na França.

Crédito da foto: Clarissa Lambert | Coreografia: Joëlle Bouvier | Música: trechos de Bachianas Brasileiras de Heitor Villa Lobos, trechos de Paixão Segundo São Mateus de Johann Sebastian Bach, Melodia Sentimental de Villa Lobos (letra de Dora Vaconcellos) e poema Pátria Minha de Vinícius de Moraes | Iluminação: Renauld Lagier | Figurino: Fábio Namatame | Assistente de coreografia: Emilio Urbina e Rafael Pardillo. 


Vai (2019)

Vai é a primeira criação do norte-americano Shamel Pitts para uma companhia brasileira. A obra traz um futuro pós-apocalíptico criado não pela necessidade ou destruição, mas pela capacidade humana de recomeçar. “É uma jornada individual e coletiva baseada na euforia, excentricidade, descobrimento, encantamento e compartilhamento. Após o fim, a leveza e a suavidade de ser humano são as essências para criar um novo mundo, um momento de descoberta do que está dentro de nós, entre nós e ao nosso redor”, comenta o coreógrafo.

Após esse despertar de consciência, o grupo se reúne em uma comemoração, onde a energia coletiva é aprimorada pelo potencial de cada indivíduo. O dueto final de Vai representa a humanidade em harmonia após o recomeçar, onde a suavidade do toque e da pele, a confiança e o compromisso de avançar juntos conduzem a cena. “Descobrir o outro e a si mesmo, como espelhos um do outro”.

Crédito da foto: Andre Porto | Coreografia: Shamel Pitts | Trilha sonora: Remix de Shamel Pitts e Dipa das músicas Into the tranquility, de Ryoji Ikeda; Spring break Anthem, de The Lonely Island; Obatalá, de Metá Metá; Spirit Caller, de Alleged Witches; Banomoya, de Prince Keybee ft. Busiswa; Freedom is a Feeling, de Nina Simone; Zion, de Fluke; Prismis, de Tim Hecker; F****t, de Arca; Ode, de Nils Frahm; Tudo Que Você Podia Ser, de Clube da Esquina | Iluminação: Mirella Brandi | Figurino: Tushrik Fredericks | Assistente de coreografia: Mirelle Martins.

  • De 31/10/2019 até 03/11/2019
  • Domingo: 17:00 - 19:00
  • Quinta-feira: 20:00 - 22:00
  • Sexta-feira: 20:00 - 22:00
  • Sábado: 20:00 - 22:00
  • De R$ 40,00 à R$ 65,00
  • livre
  • Telefone: (11) 3224-1380
  • Website: http://www.spcd.com.br
  • Local: Teatro Sérgio Cardoso - Sala Sérgio Cardoso
  • Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, São Paulo-SP
  • Acessibilidade: Sim
  • Capacidade: 835 pessoas
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