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Cias / Grupos / Coletivos
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‘O importante não é ser o primeiro ou a primeira, o importante é abrir caminhos ‘
Conceição Evaristo
Marias-Nucelo artístico de danças afro brasileiras, contemporâneo e popular é desenvolvido por e com mulheres pretas, maduras, artistas de longa trajetória na dança soteropolitana. Ancorado na dança afro-brasileira, os trabalhos propõe uma abordagem coreográfica e expressiva, evidenciando a força do corpo maduro como território de criação, memória e resistência. É um nucleo de movimentos sensíveis, sutis entre mergulhos e forças ancestrais que desenha nossas raízes, força, entre corpos dançantes e etéreos, entre mistério do TEMPO e o poder das sombras que nos movem e nos aproximam aos elementos místicos da dança.
Reconhecendo as dimensões críticas, cognitivas, políticas e interculturais das simbologias e elementos culturais afro-diaspóricos, a obra é fruto de pesquisas do grupo e do repertório corporal construído ao longo das carreiras de suas intérpretes. A cena se desenha como um entrelaçar de vivências artísticas que atravessam décadas, reafirmando a presença da mulher negra na arte e na sociedade.
Nosso segmento artístico é/foi construído ao longo de quatro anos, onde construimos espetáculos com nossas identidades afro diasporicas ”Marias: Mulheres que contam e dançam suas histórias” em Novembro de 2023 no Teatro Moliere . No início de 2024 tivemos a apresentação do mesmo espetáculo no Centro Cultural Makota Valdina, e em novembro do mesmo ano estreamos o espetaculo Marias- EntreLAÇOS Nagô contando nossas trajetórias dançantes ancestrais. Em abril de 2025 no abril mês da dança estreamos na Sala do coro do TCA EntreLAÇOS Nagô em dois dias para um publico de 300 pessoas. Em novembro de 2025 convidamos o Mestre Paco Gomes( profissional da dança afro e moderna na cidade do Salvador há mais de 30 anos) que junto a nós criamos Oferendas um ebó a nossa ancestralidade feminina corporal que teve sua estreia no Centro Cultural Makota Valdina em homenagem ao novembro negro ( mês da consciência negra).
Residente na Associação Cultural Silvestre, idealizado por duas mulheres pretas há três anos na cidade do Salvador/Ba, agrega mulheres pretas que já trafegaram no contexto da dança e dramatização, respeitando suas individualidades artísticas.
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