
Fotos Temporários Escapes
Temporários Escapes propõe uma reflexão poética sobre as sensações experimentadas nos grandes centros urbanos. O ritmo da metrópole pulsa na dramaturgia deste espetáculo por meio de uma movimentação ora urgente e calculada,...

Fotos Ato Infinito
ATO INFINITO traz, num espaço em colapso, corpos que insistem após o desmoronamento. As existências ganham urgências diante de um risco iminente, ou acontecido, ou suposto, ou anunciado. Bordas e centros tornam-se...

Fotos Platô (Ensaios – Lei Aldir Blanc Cidade de SP)
"Ninguém entra num mesmo rio uma segunda vez. Pois quando isso acontece, já não se é o mesmo; assim como as águas, que já serão outras." (Heráclito de Éfeso) Corpos que se...

Fotos Seu Acelino
O corpo se articula à palavra. A dança tem como matéria investigativa o diálogo entre Seu Acelino, habitante do parque estadual da Ilha do Cardoso, e os integrantes da Cia. Oito Nova...

Fotos Conceição de todos os Bugres
Conceição Freitas da Silva é o nome completo de "Conceição dos Bugres", gaúcha de Povinho de Santiago, que em 1957, como muitos migrantes, iniciou sua história em nosso Estado. Apesar da origem distante,...
Fotos Berimbau
"Berimbau, ao teu toque acorda a paisagem da terra".(Luis Arrieta)

Fotos Do Homem ao Poeta
Baseado na obra de Pablo Neruda, este espetáculo ilustra as “odes elementares” desse poeta: ode ao homem simples – ode à intranquilidade – ode ao terceiro dia – ode à fertilidade da...

Apresentação de dança aposta na simplicidade

Forinho: o brincar a improvisação e a dança para crianças

Vídeo 5 dançadeiras… peiras meiras dimofeiras seracoteiras
Do corpo conectado ao chão, em brincadeiras que riscam e escavam o solo, ao olhar alto voando junto com o brinquedo, corpos, objetos, cenário e figurinos vão se re - significando a...

Vídeo Em outro pé
Videodança inspirado no espetáculo Roda Pé. Tem como mote a dança e a brincadeira interferindo no espaço urbano em diferentes contextos. O espaco urbano invadido com pés que vbrincam criam dançam e...

Vídeo Amor mundi
“O que proponho, portanto, é muito simples: trata-se apenas de pensar o que estamos fazendo”. Se, hoje, fôssemos responder a Hannah Arendt, autora dessa frase, diríamos que não, não nos parece nada...