Crédito da foto: Foto: Lygia Contin

A Cia Ballet Paraisópolis leva para Botucatu os espetáculos \”Véspera” e “Víbora” de Christian Casarin e “Desiderium de Thiago Bordim”, numa noite que transita entre o ballet neoclássico e a dança contemporânea. 

Cia Ballet Paraisópolis – Temporada 2026

direção: Mônica Tarragó 

 

Véspera

Release: Véspera é uma obra que desafia o corpo no espaço com tempos e configurações variadas. Uma criação coreográfica que propõe dinâmicas que são enunciadas, alternadas e retomadas pelos muitos corpos dançantes. Com música de Antonio Vivaldi recomposta por Max Richtter, Véspera é o que antecede um ato, ou vésperus que quer dizer \”estrela Vésper, estrela ou planeta de Vênus Partindo do simbolismo da luz e da escuridão. Um contraponto que estabelece e desenvolve distintas maneiras e sensações, confluindo a um só tempo caminhos infinitos e particulares no corpo de cada interprete. 

Coreógrafo: Christian Casarin

Músicas: Max Richtter – Spring 0; Spring 1; Winter 2; Summer 2; Summer 3.

Duração: 15’14

 

Desiderium

Release: \”Desiderium\” é uma palavra latina que significa um desejo ou anseio ardente, especialmente um sentimento de perda ou pesar por algo perdido. Engloba um anseio profundo por algo que está ausente ou foi perdido, evocando uma sensação de tristeza e nostalgia.

Coreógrafo: Thiago Bordin

Desenho de Luz: Nicolas Marchi

Música: Krystian Zimerman, London Symphony Orchestra, Sir Simon Rattle – Piano Concerto No. 5 in E Flat Major, Op. 73 “Emperor\”: II. Adagio un poco mosso,

Desenho de Figurino: Thiago Bordin

Duração: 9\’

 

Víbora

Release: “Víbora”, última parte da trilogia composta por “Véspera” e “Vortex”, é um mergulho no movimento como força de regeneração. Se “Véspera” evocava a expectativa do instante e “Vortex” tencionava tradição e contemporaneidade, “Víbora” revela a dança em sua potência de celebração e continuidade.

A trilha original de Fernando Dalla Nora constrói um tecido sonoro em constante metamorfose, onde camadas rítmicas se entrelaçam e se transformam. Nesse fluxo, os intérpretes percorrem estados corporais que alternam rigor e espontaneidade, disciplina e entrega, delineando uma cena marcada pela vitalidade coletiva.

A serpente, imagem que nomeia a obra, simboliza renovação e passagem “pele que se abandona, corpo que se reinventa, gesto que se abre ao imprevisível”. Em “Víbora”, a trilogia encontra sua síntese: um convite à celebração da vida, à potência criadora da dança e ao eterno recomeçar.

Coreógrafo: Christian Casarin

Desenho de Luz: Nicolas Marchi

Composição Musical: Dallanoras

Figurinos: Christian Casarin e AZUSLAZUS

Duração: 20\’

 

Dia 17/04/2026 às 20h

Ingressos gratuitos 

Teatro Municipal “Camillo Fernandez Dinucci”

Praça Coronel Rafael de Moura Campos, nº 27 em Botucatu/SP

Informações do evento

Datas e Horários:
17 de abril de 2026 até 17 de abril de 2026 20:00 às 21:00 - Sexta-Feira

Entrada Gratuita

Classificações: livre

Acessibilidade: Com Acessibilidade

Capacidade de pessoas: 518

Telefone para contato: (11) 91999-8494

Site: https://www.instagram.com/balletparaisopolis/

E-mail: [email protected]

Formato do Evento: Presencial

Local: Teatro Municipal “Camillo Fernandez Dinucci”

Endereço: Praça Coronel Raphael de Moura Campos, 27, Teatro Municipal “Camillo Fernandez Dinucci” - Botucatu / SP - 18600430

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